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07:00 - 08:00
A proposta desse trabalho é um ensaio sobre o rock nacional, mas ele merece muito mais do que isso.
Não por ser rock nem por ser nacional, e sim por constituir uma produção cultural crucial para os jovens da geração dos anos 60 aos 90, ainda bastante desdenhada pelos meios acadêmicos, que vestem jeans, porém não se dobram à irreverência e aparente falta de lógica do discurso descabelado juvenil.
No Brasil dos anos 80, Blitz, Ritchie, Lobão, Lulu Santos, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Titãs, Ultraje a Rigor, RPM, Legião Urbana, Engenheiros do Hawaii, Kid Abelha, Ira!, Capital Inicial, Camisa de Vênus, Inocentes, Plebe Rude, Biquíni Cavadão, Nenhum de Nós, etc., responderam cada qual de sua forma pelas múltiplas faces do rock/pop.
Só que o rock não existe como uma forma "pura", esteja ela localizada nos anos 50, 60, 70 ou 80. Não se pode querer que ele continue "na crista da onda" por todo o tempo, mas o Rock Nacional não morreu.
