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A Distance There Is - Theatre of Tragedy

Theatre of Tragedy

Album:

Come in out of the rain thou sayest
But thou ne'er step'st aside
And I am trapp'd, I'm trapp'd
A distance there is

None, save me and the bodkin
Pitter-patter on the roof
Behold, 'tis not the rain
Thence me it has to be
I will not drink thy vintage wine, my dear
Thou hast heed'd that I am of innocence
Yet thou let'st thy lass into peril
Thou let'st me be parched

My heart, my heart, my heart
My heart, my heart, my heart
My heart is of frailty
My pale skin is hued damask

When thou thy tears hast hidden, "come back", thou sayest
There I soon am to be
But how am I to run when my bones, my heart
Thou hast me bereaft

But run thou sayest
I run, I run, I run
I run, I run, I run
I run, I run, I run
I run, I run, I run
I run, I run, I run

And there and then, I behold that a time will come
When I again dead will be, thou tell'st me to leave without delay
I leave, I leave, I leave, I leave
I leave with my bodkin and my tears in my hands
Lo, the shadows, the sky, descending
So by a dint of smite I gait ere I run and melt together with dusk

In my mind in which is this event
But it seems as if naught is to change anyway

After all these years thou left'st me down in the emotional depths
The sombre soaked velvet-drape is hung upon me
Turning my feelings away from our so ignorant world
All the beatiful moments shared, deliberatlely push'd aside
After all these years thou left'st me down in the emotional depths
The sombre soaked velvet-drape is hung upon me
Turning my feelings away from our so ignorant world
All the beatiful moments shared, deliberatlely push'd aside
A distance there is
A distance there is

Uma Distância Há

Deixai a chuva, vós dizeis
Mas vós nunca pisastes adiante
E sou capturada, sou capturada
Há uma distância

Nenhuma, exceto a mim e ao punhal
Crepitando sobre o telhado
Contemplai, pois não é a chuva
Destarte tenho que ser
Não beberei teu vinho de vindima, meu querido
Tendes vós considerado que de inocência sou
Contudo deixastes vossa dama em perigo
Vós deixastes-me tostar

Meu coração, meu coração, meu coração
Meu coração, meu coração, meu coração
De fragilidade é o meu coração
Minha pálida pele de damasco tom

Quando vós, vossas lágrimas tivestes recônditas, "voltai", vós dizeis
Lá, em breve estarei
Mas como poderei correr, quando meus ossos, meu coração
Vós arrancastes?

Mas, correi, vós dizeis
Eu corro, eu corro, eu corro
Eu corro, eu corro, eu corro
Eu corro, eu corro, eu corro
Eu corro, eu corro, eu corro
Eu corro, eu corro, eu corro

E lá, então, eu contemplo, que o tempo virá
Quando por mais uma vez morta eu estiver, vós dizeis-me para sem demora partir
E parto, e parto, e parto, e parto
E parto, com o punhal e lágrimas em mãos
Vede, as sombras, o céu diminuindo-se
Então por meio de um forte golpe caminho antes de correr e derreter-me em crepúsculo

Em minha mente qual o resultado
Parece como se fosse impróprio mudar de qualquer modo?

Afinal de contas, vós deixastes-me por esses anos, afundar-me nas emocionais profundezas
A encharcada e sombria cortina aveludada pendura-se em mim
Tornando meus sentimentos distantes de nosso tão ignorante mundo
Todos os belos momentos compartilhados, deliberadamente empurrados adiante
Afinal de contas, vós deixastes-me por esses anos, afundar-me nas emocionais profundezas
A encharcada e sombria cortina aveludada pendura-se em mim
Tornando meus sentimentos distantes de nosso tão ignorante mundo
Todos os belos momentos compartilhados, deliberadamente empurrados adiante
Há uma distância
Há uma distância

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